sábado, 8 de setembro de 2012

Isso que é bom uso do dinheiro público?

         A Prefeitura passou por fiscalização na área de informática e fora autuada por seus computadores operarem sem as licenças Windows. Tudo Pirata! Até ai tudo bem! Pagar licença é ridículo mesmo. Concordo em não pagar, sobretudo hoje, com muitas opções de Software Livre (Linux como S.O., BR-ofice, etc), que são absolutamente equivalentes e compatíveis aos softwares comerciais.

Opção errada 

A decisão tomada: contratar as licenças! Sabe quanto isto vai custar? Certamente mais de centenas de mil reais em papéis e selinhos.
Com tal montante de recurso, instala-se software livre em tudo, atualiza o maquinário e só gasta com qualificação de funcionário. É tanta grana em qualificação que tenho certeza que, ao final, teríamos mais funcionários dominando o novo sistema do que dominam hoje o sistema Windows, e ainda nos garantíamos para o resto da vida a não pagar mais licença de software comercial. 

O porquê da errada opção

A opção por pagar as licenças é por comodismo, insegurança técnica e desacordo com as próprias tendências da área de informática, sobretudo, dentro do serviço público brasileiro, que hoje nas esferas federal e estadual já aderem ao uso de Software Livre pelo altíssimo gasto com licenças.

Software livre, além de economicamente viável (sem custo praticamente) é socialmente viável, por estimular naquela localidade a qualificação/domínio da tecnologia de uso de software livre, assim como, ambientalmente viável, uma vez que não corrobora com o capital e economiza-se na compra de maquinário (software livre é mais “leve”).

Software Livre é tudo de bom! Agora, tem que estar minimamente conectado ao mundo...

Esta ai a prova de que as contratações comissionadas não garantem eficiência. Simplesmente porque se deixa de lado a opinião do corpo técnico atualizado e concursado na limpeza!

Quem concorda com:

Amador no comando, amador no segundo escalão  e contratação de amador em cargo comissionado  em detrimento de qualificação técnica e reconhecimento de funcionários de carreira aprovados na limpeza, entre outras “cositas más”... Vote conscientemente:

 (((Barros e Vitão por um município no rumo certo da ineficiência )))

Isso que é boa Gestão Fiscal?  Isso que é bom uso do dinheiro público?



quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sugestão de exercício diálético na relação eleitor-candidato - Perguntinha denuncista

         Premissas de um vereador

Uma das funções de um vereador é fiscalizar o Prefeito, vislumbrando a qualidade do gasto do dinheiro público e o questionando quando não feito em consonância com os interesses do cidadão. E de forma alguma, usar de qualquer grau de proximidade a benefício próprio ou a favor de outros sobresaindo aos procedimentos legais e a moralidade.
Palavra esta “moralidade”, que é muito mais ampla e justa do que a simples “legalidade”, que outrora, pode trazer no ato legal a imoralidade.

Vamos à situação problema:  

Prefeito de uma cidade, contrata concurso público a fim de suprir deficiências de pessoal do setor de saúde, sem antes encomendar estudo de demanda. Verificada a necessidade em prover 6 cargos em tal função, o prefeito contrata o concurso, realiza-o, e só metade das vagas é convocada.

Questionamentos que um vereador deveria fazer.

(Nobre leitor, faça estas perguntas a seu candidato a vereador, perguntando-o, sobre o que ele faria neste caso e avalie criticamente sua resposta.)

01- O Prefeito foi mal orientado? Quem o orienta? O senhor poderia questioná-lo a cerca do mau dimensionamento de vagas? Será que quem o fez (dimensionamento) é bom profissional?  Foi pago com dinheiro público? Quem sabe ao final o Senhor descobre que o Prefeito é mau assessorado e isso merece denuncia, providências. Trabalho de vereador, saca?

Agora imagine Sr. Vereador, seu filho participou do concurso e foi aprovado dentro do número de vagas. Festa em casa. Legal, todo mundo feliz, mas, ao invés de chamar seu filho aprovado mediante concurso publico e por mérito, o Prefeito convoca somente metade do estimado e efetiva as outras vagas através de contratação por nomeação direta e um dos contratados é filho do Presidente da Câmara de Vereadores. 

O senhor não questionaria o Prefeito sobre favorecimento? Trafico de influencia? Nepotismo Cruzado? Além de má gestão do nosso patrimônio, uma vez que dinheiro público fora gasto na realização do concurso? Questioná-lo pelo desrespeito aos cidadãos que pagaram para realizar o concurso, foram aprovados, e tiveram suas vagas roubadas pelo fisiologismo e pelo trafico de influências?

Tudo isso constitui crime vereadores, previsto em leis especificas. Não valeria questionar o prefeito?


ps: Definição política de cidadão

Cidadão é o  tal homo-sapiens-sapiens, este ser, quais os políticos, adoram se esfregar na época de eleição.

Renovação candidata a capacho de barro e os velhos gatunos.

         A facção lançou seus candidatos. Traz em seu bojo o que há de mais medíocre em termos de renovação, e nefasto da velha guarda. A fim de compor seu esquadrão de defesa para os próximos 4 anos de ineficiência, tinta vermelha e mau gosto.

Vamos aos candidatos integrantes da facção:

"Renovação" :

01-Renovador de cria duvidosa; Porquinho de Orwell.

Estrategicamente escolhido e lançado como representante da classe-média-burra-paraibunense, ele o Porquinho de Orwell, com seu altíssimo grau de instrução e de família com tradição na política. Filho do único político cassado na história da cidade e que até pouco tempo atrás, amargava a perda dos seus direitos políticos. Mas tudo bem, é Brasil! O Acm (Antônio Carlos Magalhães) lançou 3 gerações no poder. Esse será o representante da classe média, e estará lá para defender seus interesses. Quem tiver duvida é só olhar  o poder da adesivagem e os melhoramentos a alta classe do morro médio.

Porque duvido das intenções do porquinho.

Certa tarde andando de bicicleta pela avenida São José, fui fechado por um condutor imprudente, que ao convergir da mão de entrada, para a mão de saída, na qual eu trafegava, acabou por me fechar. Freei bruscamente, e me livrei do atropelamento, porém, não deixei de me zangar e mostrei o dedo do meio para o condutor. Com isso o desgovernador se irritou. Desacelerou até que ficasse emparelhado com ele. Neste momento descobri o condutor, que me indagara furioso:" - Você não gosta de mim?" .Patético, assim mesmo. Pasmem!

Ou seja, ele me fechou. Com destreza me livrei do atropelo. Zanguei-me e mostrei o dedo do meio pro “fusca marrom” e o indivíduo ainda parou para tirar satisfação do meu gesto dizendo:

"-Você não gosta de mim?"

Quem você acha que é porquinho? Dono do mundo?

Quem estava lá, o advogado desconhecedor e descumpridor da lei de trânsito. A partir de então eu me refiro a ele como Porquinho de Orwell. O rapaz é advogado, o que em tese o faria conhecedor das leis e eu é que tive que me explicar pro cara, só se ele reescreveu a lei naquele momento, porque até então a lei de trânsito brasileira dá preferência em ordem crescente de tamanho no transito: 01-humanos, 02- bicicletas com humanos e depois carro com porquinho, além de exigir distância mínima entre automotores e bicicleta de 1,5 metros.

O Porquinho de Orwell me parou pra perguntar se eu não gostava dele. Patético! E agora candidato da facção do Napoleão. Só podia!

Com um ego inflado desses, notável falta de bom senso além de argumentador infantil; ninguém melhor que a média-classe-burra pra você representar.


"Mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco''.

 George Orwell, Revoluçao dos bixos - 1945.

02- Marinheiro Laranja,

Não poderia ainda deixar de compor tal facção o Marinheiro laranja, doador de cpf's, rg's e cnpj's que de tão fominha: chuta, cabeceia e repõe a bola; tudo para poder participar do racha.

Cuidado Marinheiro, a gula é um dos 7 pecados capitais.


                                        projeto agronômico by Eng Marquinho moto-serra

03- Turquinho

Para fechar a renovação carismática, só faltava um psudo-representante da classe artística. Cara de gente simples e sede de dinheiro. Acharam, o Turquinho, que ainda sobre gestão pretérita na FC, atormentou o quanto pode, não por ativismo cultural, tão pouco por engajamento artístico. A motivação era uma só! Usar a Fc para AUTO-PROMOÇÂO (trampolim político) e gerar um rótulo: “Candidato da Cultura”.

Candidato da cultura em primeiro lugar deveria ter permanente ativismo cultural. Ele não tem. Freqüentar, participar e prestigiar as manifestações culturais da cidade, sempre; Ele não vai. Só fez isso enquanto fazia uso da estrutura, para autopromoção.

Criou um projeto permanente (OPP), somente para autopromoção, fazendo uso do cargo somente quando lhe interessava a fim de satisfazer seu único interesse: autopromoção, auto-rotulagem e trampolim político. Alguma ilegalidade? Não. Mais é nítido o uso da máquina para autopromoção; isso é imoral.

É Cult, só por não ter capacidade de se projetar na política por senso cŕitico. Pelo contrário mostrou a vocação de “capacho de barro”, cumpria as determinações do Generoso sem pestanejar, o que o consolidou dentro da facção.

Da velha guarda gatuna

04- Tropeço

Engrossando a tropa de desconhecedores e desrespeitadores da lei não poderia deixar de faltar ele. Klinger Agostinho Vitório, vereador descabeçado que durante seu mandato nós deu a prova de seu descontrole e desrespeito ao ser humano, ao cidadão, e a quem quer que seja. Prova cabal: episódio do “Copo alado” leia aqui.

Seus cúmplices

Todos os vereadores desta legislatura são seus cúmplices, pois poderiam te-lô defenestrado da política Paraibunense com sua cassação, leia aqui. Qualquer um, porém, ninguém teve peito ou no mínimo demonstram total desconhecimento da lei de regimento interna da Câmara Municipal. Uma vergonha!

05- Laurinho

Pra fechar a tropa pífia, o irresponsável e incompetente Laurinho, que depois do episódio da morte do jovem de 21 anos na Piabóia, desorganizada por ele, sugeriu e pelo jeito o Barros acatou, um intervalo de 2 anos na piaboia, relembre aqui. Não entendo porque 2 anos. Seria este o tempo mínimo que ele conseguiria para organizar tal evento? Isso não é incompetência? A gente não deve afastar esse tipo de gente da administração publica? Ou será que conciliar suas superporcasproduções no Tamoios não estavam deixando-o dar seu máximo a frente da Secretária de seu próprio lazer?

Algumas perguntas que se tivéssemos VEREADORES deveriam ter sido feitas.

-Será que o Barros é o administrador mais perfeito do Brasil!

- Meu Deus, então, é o Barros o salvador político do Brasil!

       - Vamos elevar este homem ao cargo de Presidente da República.

- Rápido!

- E salvar Paraibuna;

- Lógico!



PS: Um político que dá a mão pro Maluf; é confiável? E um que dá a mão pro Klinger, Laurinho, Marquinho Moto-Serra; é?

Paraibuna no rumo certo?

domingo, 2 de setembro de 2012

“ 39 motivos para não reelegê-los!”- Se fiscalizar fosse dever legal de vereador, em Paraibuna nenhum se reelegia.


Convite aos Paraibunenses a revigorar a memória, antes do sufrágio.

Durante quatro anos tentei acompanhar o trabalho dos vereadores da Câmara Municipal de Paraibuna. E do ultimo ano para cá, escrevi algumas críticas: aos vereadores e a administração executiva do Barros.

Costumo me referir a elas como: “39 motivos para não reelegê-los!”. Por de modo geral, serem manipuladores ou manipulados, sem senso crítico algum. Onde os que têm pouco discernimento manipulam os que não têm nenhum (a maioria). As críticas estão reunidas em meu blog: Há Carniça?

Premissas

Trabalho de vereador é levantar junto da população: demandas, e transformá-las em ações do executivo.

Mas principalmente FISCALIZAR os gastos!

Isso; nenhum fez!

ALGUM VEREADOR QUE NÃO FISCALISE, TEM SERVENTIA?



Como os atuais vereadores poderiam se promover a reeleição:

 Nos últimos quatro anos todas as sessões foram gravadas.

Vocês não acham que eles deveriam usar estes vídeos para se promover? Porque será que não usam?

Em Paraibuna a atuação dos vereadores se reduz a:

01- votar leis produzidas exclusivamente pelo executivo local; 02-fazer monções, que nada mais é que puxar saco de alguém que eles vereadores querem agradar, ou ainda; 03- fazer indicação, que serve como ferramenta de orientação ao executivo, porém, não gera responsabilidade de execução tão pouco de satisfação (resposta).

A maior ferramenta: REQUERIMENTOS

A maior ferramenta são os requerimentos, pois estes geram a obrigatoriedade de resposta do executivo. Porém o esquadrão do Barros ( Professora Hello, Ronaldo Fonseca, Roberto, Dê Rangel, e Klinger Agostinho Vitório)... não aprovavam quando feitos pela oposição e também não fazem, pois não fiscalizão.

- Mostrem vídeo ou áudio, de evidência de FISCALIZAÇÂO, e se elejam por eles.



Leia um dos meus textos e fique a vontade em questioná-los ou até mesmo desqualificar minha suposta argumentação fajuta.

Abraço e leitura critica!

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Por latas de tinta vermelha e sorriso no rosto.Paraibuna vai-que-vai. Pra onde? Ninguém sabe, nem quer saber!

       Nobre blogueiro Frederico Caranguejo, lançou questão sobre o silêncio blogueiro paraibunense. O bundão redator chefe do Solilóquio manifestou sobre seu silêncio, sob justificativa que esta dando mais atenção ao seu mais novo projeto, Blog HQ.

Meu silêncio, é fruto da descrença em reais encaminhamentos no cenário político paraibunense, assim como, o desgaste pessoal que sofrem os retardados que ousam se manifestar contra o sistema.
Por outro lado temos a apatia da sociedade paraibunense em não se envolver com o dia a dia da política local, sem ao menos exercitar o olfato sobre as lavandas do executivo. Assustador.

Valores

Fico discutindo os valores de tal sociedade que se vende à medida que se cala e finge não ver os favorecimentos e orientações.

Gostaria de suscitar em tal sociedade a desconfiança, pelo menos.

O orçamento do primeiro mandato do Barros era de, 28 milhões e que tem previsão para este ano de pouco mais de 60 milhões.

Sim, mais que dobrou! E você acha que a cidade dobrou em qual área?

Não defendo a oposição, mesmo porque acho suas atitudes tardias e desarticuladas. Mas daí a achar que o Barros foi bom administrador é piada. Só afirma uma besteira dessa os apaixonados, que sem exceção, estão sempre de alguma forma defendendo interesses pessoais.

Abalo a apatia

Porém nobre blogueiro Caranguejo, o blog “Há carniça?”, fora concebido exclusivamente para versar sobre absurdos políticos de nossa cidade. Não vou mudar a opinião de ninguém, mas:

Se o Barros é um bom gestor, ou seja, faz uma leitura de demanda (necessidade), possibilidade (disponibilidade orçamentária), tudo isso integrado em um projeto de política pública a ser desenvolvida a fim de satisfazer a demanda. Beleza! Porém, o Barros esta a construir uma caríssima quadra coberta (4milhões), ao lado de outra quadra (também poliesportiva) a menos de 150 metros de um campo de futebol com quadra de basquete e quadra de skate em anexo, numa cidade que conta com mais duas quadras cobertas (São Guido e Alto da Boa Vista) com uma delas abandonada (São Guido) mais uns dois campos de futebol (Alto da Boa Vista e Vila Camargo). Fora uns 30 campinhos que devemos ter espalhados pela zona rural. 

Qual o objetivo? Será que precisamos disso?


Será que as demandas populares não são outras?

Como estão nossas notas em Língua Portuguesa? Como esta nossa qualidade de ensino de matemática? Como esta nossa formação de cientistas? Não precisamos de casas populares? Investimentos na formação e qualificação de professores? Salário do professorado com estruturação de carreira por diplomação? Descentralização de atendimento médica? Estruturação das carreiras com planos de carreira para os servidores? E o futuro da cidade? E as obras de saneamento? E as políticas públicas para desenvolvimento econômico, social e ambiental de forma sustentável? Políticas ambientais? Congelamento dos loteamentos irregulares, numa cidade que cresce desgovernadamente e que enfrentará problemas graves de infra-estrutura pela assustadora omissão fiscalisatória.

Investir mais na formação e revelação de futebolistas e basqueteiros, não resolverá nossas demandas sociais para os próximos anos.

Puxão de orelha

Sabe qual é o problema... quem faz a política minha gente é a participação do povo. E pessoas mal formadas e formatadas dentro desse sistema, ou vêem e se calam, ou se unem ao Generoso (se vendem). É o típico cidadão que trata a política como não fazendo parte da sua vida, os apolíticos.

- Povo parco em cidadania e educação e que diz Amém. Merece os políticos que tem. Viva a anencefalia política do Paraibunense!

Enfim companheiro, se aqui se acha que o Barros é bom... e que todos tem que pedir amém a ele.

Sejam assim.

 Eu não.

terça-feira, 6 de março de 2012

Atitude ridiculamente irônica a serviço do descaso, desrespeito e da total inversão de valores

Ontem estava na Fundação Cultural próximo as sete horas da noite a espera da funcionária responsável pelo núcleo de patrimônio histórico e cultural para discutirmos e traçarmos estratégias há demandas do núcleo.Vale ressaltar que ela estava fora do seu horário de expediente, mas, prestosamente se colocou a disposição para discutirmos as pendências do núcleo.

A sala da recepção, onde eu estava, encontrava-se grande número de pessoas percepitivelmente humildes a espera de informações sobre vaga e matrícula nas ofinas oferecidas pela F.C... João (Buiú), era o único funcionário dedicado aquela tarefa e para mim ficava nítida a impaciência dos interessados com a demora. Já havia encontrado com todos os diretores da casa e sabia que todos estavam lá.... foi daí, que imaginei informar-lhes sobre tal demanda... Me dirigi ao “sala esconderijo” (resolvi dar este nome depois de ontem.... percebi que aquele lugar parece mais com esconderijo), já no corredor estava o Fábio Rocha (Diretor-presidente) atendendo duas senhoritas... continuei a caminho da sala esconderijo, lá encontrei os outros dois diretores e me dirigi a um deles, Lukas Lima (Diretor Cultural) , dizendo-o sobre tal demanda. A surpresa; o Diretor-financeiro Marcio Mayo, passou a frente e me deu a resposta: “A culpa é do João...matrícula é somente até as 17 horas”. Pasmem! O Lukas concordou, e completaram: “Nós também estamos fora do expediente”... As pessoas que estavam lá, Senhores Diretores, não escolheram trabalhar até ás 17 horas... assim como o horário da matrícula, no entando, estavam eles atrás das opções de formação musical, dança, teatro a seus filhos dentro de uma instituição subvencionada com o dinheiro: DELES! Que é donde sai o salário de vocês! Sacaram a relação; quem manda quem obedeci?

Nobre então; é a atitude do João (e da Vânia) que não precisava fazer as matriculas, mas, que teve sensibilidade, generosidade e humildade para atender dá melhor forma possível os cidadãos. Já a atitude dos diretores foi; Lastimável!

Olhando a questão recompensatória-salarial é que assusta, ao comprovar, que Boa-Vontade é inversamente proporcional ao tamanho do salário. E o nome do cargo que ocupam parece inibir humildade, generosidade e atenção ao cidadão. Não há espaços para este “gênero” dentro de uma estrutura essencialmente participativa.

Senhor Marcio Mayo, ainda ironicamente sugeriu que eu ficassse “avontade” em ajudar o João.... Porém seu Marcio; não sou funcionário da casa, não estava lá a passeio e sim na condição de colaborador da casa. Atitudes como a minha dentro da Fundação Cultural deveriam ser reverenciadas e estimuladas e não ironizadas. Mas do Senhor já sabia que não poderia esperar grandes coisas... a tempos dois funcionários da Fundação me trouxeram reclamação de terem sofrido pressão do Senhor e do Presidente a época (Rafael Ribeiro), para que não se pronunciassem em relação ao caso dos azulejos da Igreja Matriz por ordem do Barros. Triste saber de uma atitude autoritária como esta. Hoje tenho prova do seu carater!

Aconselho que o Diretor Presidente Fábio Rocha, se reúna com seus subordinados, afim de solucionar questões administrativas de horário de trabalho afim de equacionar questões de mão de obra/demanda, e ainda sugiro que o Diretor Presidente Fabio Rocha, faça um trabalho de conscientização com seus subordinados, afim de esclarecer o valor da estrutura participativa da Fundação, assim como a necessidade de estímulo por parte dos diretores e funcionários a participação dos integrantes das comissões e não a provocação irônica da falsidade.

Ainda gostaria de frisar meu repúdio a atitude dos dois outros diretores e sugiro que em caso de divergências e disparidades entre o que os Diretores pensam sobre a estrutura da Fc e o que ela necessita. Que sejam trocados afim de melhorar a eficiência e harmonia no trabalho.

Solicito manifestação por escrito dos diretores afim de podermos dar lisura ao Conselho Deliberativo sobre o fato. A manisfestação por escrito deixará o causo mais claro e as consequêcias mais justas. A reunião será dia 14 de março ás 19:30.


Joel Lima Reis, Coordenador da Comissão de Música que estava colaborando com o núcleo de Patrimônio; simplesmente por participatividade social!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Seguindo esta lógica, Paraibuna não vai a lugar nenhum!

Nosso carnaval hoje segue um “padrão sem lógica”. Qual é o padrão? Tenta-se agradar a todos. E a falta de lógica? É a falta de um formato, uma proposta. Hoje é tudo junto e misturado, daí não há espaço para que surja uma identidade. Isso tudo partindo do princípio turismológico de que nossas identidades são nossos potenciais turísticos! Ex: Pamonhada, Piabóia; são identidades por isso tem potencial turístico explorável.

São Luis do Paraitinga tem um giro monetário no período da maior festa popular do mundo; de 15 milhões de reais. Que hoje representa 40% da sua arrecadação. Isso quer dizer que devemos seguir o modelo luisense? Não. Não somos SLP, somos Paraibuna. Nossos “sabores e temperos” são outros e é isso que caracteriza uma comunidade: suas peculiaridades que enfim formam sua cultura. E cultura é produto. -Oh! Não sabia? Pois é! E atrai turista com dinheiro no bolso, sacô?

Para isso, temos que irverter a lógica da noite pro dia. O que é isso? Hoje nosso Carnaval da avenida (de baixo, rs) custa muito mais caro do que todo o Carnaval de rua (de cima,rs) e duvido que o carnaval da avenida renda pra cidade dividendos reais... os prejuizos são reais! Exemplo: três carros com vidro estourado na Rua do meio mais uma cabeça, tudo isso no pé de cabra! Liguei para a polícia (190): Não atendeu! Liguei pro bombeiro (193): Nada! E finalmente liguei pra Santa Casa (222); Atendeu rápido, ufa! Que bom! Pena que a orientação foi: que “pra ser mais rápido” EU, deveria ir procurar a ambulância. -VTC! Amadorismo total! (Obs: a atendente que me passou esta orientação não deve ter culpa alguma. Inclusive a presteza do atendimento está na própria orientação: “pra ser mais rápido”, é que o sistema é falho mesmo. (Será que tem mais amador do que imaginava nesta administração?). Quis ser prática e verdadeira. Pena que a verdade dói e neste caso poderia ter “matado”; Dê novo! (Lembra da Piaboia?). Me dirigi a polícia, que estava a uns duzentos metros do local onde os carros haviam sido estourados. A orientação. “Não podemos sair daqui!”. Pelo menos o policial prontamente disse que passaria o chamado para a ambulância.(...,...,...). Voltei peguei o carro, o ensanguentado e fui pra Santa Casa... Ah! Perdi o Corujão, a coruginha, e a ambulância e polícia ainda não passaram lá!

A festa lá em baixo deve ser pensada com carinho... o que rola hoje não vale a pena do ponto de vista do lazer menos ainda sob a pespectiva de potencial turístico. Mas, sobre o carnaval de baixo ... não gastarei energia!


Carnaval de Rua, este interessa a todos!


O excesso da cachaça, o excesso dos tabacos, o excesso da farinha, o crack e o sexo; rolam na noite! A festa de dia é limpa!

O carnaval de rua deve ser estimulado. Como? Primeiramente há que se reconhecer que nosso maior problema é gerir turismo em cima de tão parca infraestrutura-turística. Pode-se por, “o cara”, mais inteligente do mundo pra tentar planejar e organizar o trânsito da festa... se não tiver vaga... não dá; simplesmente! Não temos área de estacionamentos e banheiros públicos. Ou seja, não podemos ter eventos turísticos!

Motivo pelo qual a Pamonhada vem minguando a cada ano.... não pode anunciar porque não temos infra-estrutura para receber turista... optamos por não aproveitar o potencial turistico da Pamonhada e nem do Carnaval de Rua. É mole? Quem é o secretário dessa Porra? “Engenheiro de tráfego” não é Turismólogo!

Daí me vem uma coisa na cabeça...poucos dias atrás, um jovem pretendente a cargo no legislativo me disse: “Acho que o pessoal não quer que cresça mesmo. Não quê gente de fora!”...isso reflete um pensamento conformista. Não pode um homem público ser contra o crecimento sustentável. O problema é crescimento desenfreado por falta de planejamento. Exemplo: Piabóia!

Crescimento turístico nobres, é inclusive, condição sine qua non para que tenhamos outra fonte de renda que não somente obras públicas que passem por nosso município. Precisaremos para sustentar os problemas de infra-estrutura da cidade no futuro (educação, água, esgoto, esporte, lazer, cultura, Lar vicentino, Santa Casa...).Para tudo isso ser bom e funcionar é preciso que tenhamos fontes de recursos e o carnaval é mais um evento pouco explorado sob a ótica do turismo.

Aliás, falando em turismo! Vivemos uma dicotomia nesta “frente” na cidade. De um lado vasto recurso para proporcionar o carnaval do Lazer; já do outro o orçamento do carnaval da Cultura: minguado! Dê um lado o responsável pelo Lazer miope que só! E com recurso gigante para abanar com suas vastas mãos.Do outro lado o trabalho maravilhoso e profissional do Instituto IHH & Fauser. ( nota: as vezes me bate curiosidade de saber o nome das pessoas que trabalham lá). Trabalham na formação de jovens que atuaram na apresentação de nosso Patrimônio Material e Imaterial a munícipes e cidadãos. Quem foi, saiu impressinado; no mínimo! Lindo trabalho apoiado pela Fundação Cultural, afim de proporcionar ao turista e aos nossos cidadãos o contato com nossa históriografia e verdadeira identidade. Pena é não perceber o interesse da classe média dominante... talvez porque seus valores sejam outros mesmo!

Paraibuna não pode optar por ser pequena em “tudo”. Já não é mais! Dá pra reverter. Tem é que Formatar, Planejar, Desenvolver e Controlar. Isso significa presença do Estado a partir de políticas públicas estruturantes.

Carnaval de Rua de Dia

Agora fortalecer o carnaval de rua não quer dizer que vale tudo. Alguém põe pagode no Rock in Rio?, Funk na Igreja?, Musica clássica no Carnaval da avenida? Não né! Então, Forró universitário no Carnaval de rua; não tem nada a ver! (sem discutir a questão técnica: mal cantado e mal tocado). Absolutamente nada contra as pessoas que gostam... mas não orna! Como diz minha Avó.: “Carnaval é carnaval, samba e seus elementos!”. Temos que tomar cuidado com essa onda de que tudo que passa ná TV; pega e é bom! Pode ser bom, mas tem que ter contexto (no mínimo), senão é papelão!

Em SLP hoje, paga-se 70 reais para entrar de carro na cidade. Pasmém! Aqui vem de busão e tráz a sacolinha!

Precisão decidir o que vocês querem? Por que fingir-se fadado a ser pequeno é coisa de gestor público mediocre.

Mas falta de identidade não é problema em uma cidade que parece “planejar” viver eternamente de arrecadação financeiras de grandes obras públicas feitas no município... inclusive, imagino o grande tempo perdido por seus “mentores” em formular mega-projetos de “capitação de obras” que queiram passar pelo município de Paraibuna. Desculpa... eu apelo as vezes!

Temos vocação para sermos pequenos ou é “só” falta de direção?

Deixando a ironia de lado... Iai Blogão bundão... Não achou nada?



“Pápápá Paraibuna, não, não para não!

Seu carnaval é nossa manifest-Ação!!!!” ((( Phill Zr.)))