sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Por latas de tinta vermelha e sorriso no rosto.Paraibuna vai-que-vai. Pra onde? Ninguém sabe, nem quer saber!

       Nobre blogueiro Frederico Caranguejo, lançou questão sobre o silêncio blogueiro paraibunense. O bundão redator chefe do Solilóquio manifestou sobre seu silêncio, sob justificativa que esta dando mais atenção ao seu mais novo projeto, Blog HQ.

Meu silêncio, é fruto da descrença em reais encaminhamentos no cenário político paraibunense, assim como, o desgaste pessoal que sofrem os retardados que ousam se manifestar contra o sistema.
Por outro lado temos a apatia da sociedade paraibunense em não se envolver com o dia a dia da política local, sem ao menos exercitar o olfato sobre as lavandas do executivo. Assustador.

Valores

Fico discutindo os valores de tal sociedade que se vende à medida que se cala e finge não ver os favorecimentos e orientações.

Gostaria de suscitar em tal sociedade a desconfiança, pelo menos.

O orçamento do primeiro mandato do Barros era de, 28 milhões e que tem previsão para este ano de pouco mais de 60 milhões.

Sim, mais que dobrou! E você acha que a cidade dobrou em qual área?

Não defendo a oposição, mesmo porque acho suas atitudes tardias e desarticuladas. Mas daí a achar que o Barros foi bom administrador é piada. Só afirma uma besteira dessa os apaixonados, que sem exceção, estão sempre de alguma forma defendendo interesses pessoais.

Abalo a apatia

Porém nobre blogueiro Caranguejo, o blog “Há carniça?”, fora concebido exclusivamente para versar sobre absurdos políticos de nossa cidade. Não vou mudar a opinião de ninguém, mas:

Se o Barros é um bom gestor, ou seja, faz uma leitura de demanda (necessidade), possibilidade (disponibilidade orçamentária), tudo isso integrado em um projeto de política pública a ser desenvolvida a fim de satisfazer a demanda. Beleza! Porém, o Barros esta a construir uma caríssima quadra coberta (4milhões), ao lado de outra quadra (também poliesportiva) a menos de 150 metros de um campo de futebol com quadra de basquete e quadra de skate em anexo, numa cidade que conta com mais duas quadras cobertas (São Guido e Alto da Boa Vista) com uma delas abandonada (São Guido) mais uns dois campos de futebol (Alto da Boa Vista e Vila Camargo). Fora uns 30 campinhos que devemos ter espalhados pela zona rural. 

Qual o objetivo? Será que precisamos disso?


Será que as demandas populares não são outras?

Como estão nossas notas em Língua Portuguesa? Como esta nossa qualidade de ensino de matemática? Como esta nossa formação de cientistas? Não precisamos de casas populares? Investimentos na formação e qualificação de professores? Salário do professorado com estruturação de carreira por diplomação? Descentralização de atendimento médica? Estruturação das carreiras com planos de carreira para os servidores? E o futuro da cidade? E as obras de saneamento? E as políticas públicas para desenvolvimento econômico, social e ambiental de forma sustentável? Políticas ambientais? Congelamento dos loteamentos irregulares, numa cidade que cresce desgovernadamente e que enfrentará problemas graves de infra-estrutura pela assustadora omissão fiscalisatória.

Investir mais na formação e revelação de futebolistas e basqueteiros, não resolverá nossas demandas sociais para os próximos anos.

Puxão de orelha

Sabe qual é o problema... quem faz a política minha gente é a participação do povo. E pessoas mal formadas e formatadas dentro desse sistema, ou vêem e se calam, ou se unem ao Generoso (se vendem). É o típico cidadão que trata a política como não fazendo parte da sua vida, os apolíticos.

- Povo parco em cidadania e educação e que diz Amém. Merece os políticos que tem. Viva a anencefalia política do Paraibunense!

Enfim companheiro, se aqui se acha que o Barros é bom... e que todos tem que pedir amém a ele.

Sejam assim.

 Eu não.

terça-feira, 6 de março de 2012

Atitude ridiculamente irônica a serviço do descaso, desrespeito e da total inversão de valores

Ontem estava na Fundação Cultural próximo as sete horas da noite a espera da funcionária responsável pelo núcleo de patrimônio histórico e cultural para discutirmos e traçarmos estratégias há demandas do núcleo.Vale ressaltar que ela estava fora do seu horário de expediente, mas, prestosamente se colocou a disposição para discutirmos as pendências do núcleo.

A sala da recepção, onde eu estava, encontrava-se grande número de pessoas percepitivelmente humildes a espera de informações sobre vaga e matrícula nas ofinas oferecidas pela F.C... João (Buiú), era o único funcionário dedicado aquela tarefa e para mim ficava nítida a impaciência dos interessados com a demora. Já havia encontrado com todos os diretores da casa e sabia que todos estavam lá.... foi daí, que imaginei informar-lhes sobre tal demanda... Me dirigi ao “sala esconderijo” (resolvi dar este nome depois de ontem.... percebi que aquele lugar parece mais com esconderijo), já no corredor estava o Fábio Rocha (Diretor-presidente) atendendo duas senhoritas... continuei a caminho da sala esconderijo, lá encontrei os outros dois diretores e me dirigi a um deles, Lukas Lima (Diretor Cultural) , dizendo-o sobre tal demanda. A surpresa; o Diretor-financeiro Marcio Mayo, passou a frente e me deu a resposta: “A culpa é do João...matrícula é somente até as 17 horas”. Pasmem! O Lukas concordou, e completaram: “Nós também estamos fora do expediente”... As pessoas que estavam lá, Senhores Diretores, não escolheram trabalhar até ás 17 horas... assim como o horário da matrícula, no entando, estavam eles atrás das opções de formação musical, dança, teatro a seus filhos dentro de uma instituição subvencionada com o dinheiro: DELES! Que é donde sai o salário de vocês! Sacaram a relação; quem manda quem obedeci?

Nobre então; é a atitude do João (e da Vânia) que não precisava fazer as matriculas, mas, que teve sensibilidade, generosidade e humildade para atender dá melhor forma possível os cidadãos. Já a atitude dos diretores foi; Lastimável!

Olhando a questão recompensatória-salarial é que assusta, ao comprovar, que Boa-Vontade é inversamente proporcional ao tamanho do salário. E o nome do cargo que ocupam parece inibir humildade, generosidade e atenção ao cidadão. Não há espaços para este “gênero” dentro de uma estrutura essencialmente participativa.

Senhor Marcio Mayo, ainda ironicamente sugeriu que eu ficassseavontade” em ajudar o João.... Porém seu Marcio; não sou funcionário da casa, não estava lá a passeio e sim na condição de colaborador da casa. Atitudes como a minha dentro da Fundação Cultural deveriam ser reverenciadas e estimuladas e não ironizadas. Mas do Senhor já sabia que não poderia esperar grandes coisas... a tempos dois funcionários da Fundação me trouxeram reclamação de terem sofrido pressão do Senhor e do Presidente a época (Rafael Ribeiro), para que não se pronunciassem em relação ao caso dos azulejos da Igreja Matriz por ordem do Barros. Triste saber de uma atitude autoritária como esta. Hoje tenho prova do seu carater!

Aconselho que o Diretor Presidente Fábio Rocha, se reúna com seus subordinados, afim de solucionar questões administrativas de horário de trabalho afim de equacionar questões de mão de obra/demanda, e ainda sugiro que o Diretor Presidente Fabio Rocha, faça um trabalho de conscientização com seus subordinados, afim de esclarecer o valor da estrutura participativa da Fundação, assim como a necessidade de estímulo por parte dos diretores e funcionários a participação dos integrantes das comissões e não a provocação irônica da falsidade.

Ainda gostaria de frisar meu repúdio a atitude dos dois outros diretores e sugiro que em caso de divergências e disparidades entre o que os Diretores pensam sobre a estrutura da Fc e o que ela necessita. Que sejam trocados afim de melhorar a eficiência e harmonia no trabalho.

Solicito manifestação por escrito dos diretores afim de podermos dar lisura ao Conselho Deliberativo sobre o fato. A manisfestação por escrito deixará o causo mais claro e as consequêcias mais justas. A reunião será dia 14 de março ás 19:30.


Joel Lima Reis, Coordenador da Comissão de Música que estava colaborando com o núcleo de Patrimônio; simplesmente por participatividade social!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Seguindo esta lógica, Paraibuna não vai a lugar nenhum!

Nosso carnaval hoje segue um “padrão sem lógica”. Qual é o padrão? Tenta-se agradar a todos. E a falta de lógica? É a falta de um formato, uma proposta. Hoje é tudo junto e misturado, daí não há espaço para que surja uma identidade. Isso tudo partindo do princípio turismológico de que nossas identidades são nossos potenciais turísticos! Ex: Pamonhada, Piabóia; são identidades por isso tem potencial turístico explorável.

São Luis do Paraitinga tem um giro monetário no período da maior festa popular do mundo; de 15 milhões de reais. Que hoje representa 40% da sua arrecadação. Isso quer dizer que devemos seguir o modelo luisense? Não. Não somos SLP, somos Paraibuna. Nossos “sabores e temperos” são outros e é isso que caracteriza uma comunidade: suas peculiaridades que enfim formam sua cultura. E cultura é produto. -Oh! Não sabia? Pois é! E atrai turista com dinheiro no bolso, sacô?

Para isso, temos que irverter a lógica da noite pro dia. O que é isso? Hoje nosso Carnaval da avenida (de baixo, rs) custa muito mais caro do que todo o Carnaval de rua (de cima,rs) e duvido que o carnaval da avenida renda pra cidade dividendos reais... os prejuizos são reais! Exemplo: três carros com vidro estourado na Rua do meio mais uma cabeça, tudo isso no pé de cabra! Liguei para a polícia (190): Não atendeu! Liguei pro bombeiro (193): Nada! E finalmente liguei pra Santa Casa (222); Atendeu rápido, ufa! Que bom! Pena que a orientação foi: que “pra ser mais rápido” EU, deveria ir procurar a ambulância. -VTC! Amadorismo total! (Obs: a atendente que me passou esta orientação não deve ter culpa alguma. Inclusive a presteza do atendimento está na própria orientação: “pra ser mais rápido”, é que o sistema é falho mesmo. (Será que tem mais amador do que imaginava nesta administração?). Quis ser prática e verdadeira. Pena que a verdade dói e neste caso poderia ter “matado”; Dê novo! (Lembra da Piaboia?). Me dirigi a polícia, que estava a uns duzentos metros do local onde os carros haviam sido estourados. A orientação. “Não podemos sair daqui!”. Pelo menos o policial prontamente disse que passaria o chamado para a ambulância.(...,...,...). Voltei peguei o carro, o ensanguentado e fui pra Santa Casa... Ah! Perdi o Corujão, a coruginha, e a ambulância e polícia ainda não passaram lá!

A festa lá em baixo deve ser pensada com carinho... o que rola hoje não vale a pena do ponto de vista do lazer menos ainda sob a pespectiva de potencial turístico. Mas, sobre o carnaval de baixo ... não gastarei energia!


Carnaval de Rua, este interessa a todos!


O excesso da cachaça, o excesso dos tabacos, o excesso da farinha, o crack e o sexo; rolam na noite! A festa de dia é limpa!

O carnaval de rua deve ser estimulado. Como? Primeiramente há que se reconhecer que nosso maior problema é gerir turismo em cima de tão parca infraestrutura-turística. Pode-se por, “o cara”, mais inteligente do mundo pra tentar planejar e organizar o trânsito da festa... se não tiver vaga... não dá; simplesmente! Não temos área de estacionamentos e banheiros públicos. Ou seja, não podemos ter eventos turísticos!

Motivo pelo qual a Pamonhada vem minguando a cada ano.... não pode anunciar porque não temos infra-estrutura para receber turista... optamos por não aproveitar o potencial turistico da Pamonhada e nem do Carnaval de Rua. É mole? Quem é o secretário dessa Porra? “Engenheiro de tráfego” não é Turismólogo!

Daí me vem uma coisa na cabeça...poucos dias atrás, um jovem pretendente a cargo no legislativo me disse: “Acho que o pessoal não quer que cresça mesmo. Não quê gente de fora!”...isso reflete um pensamento conformista. Não pode um homem público ser contra o crecimento sustentável. O problema é crescimento desenfreado por falta de planejamento. Exemplo: Piabóia!

Crescimento turístico nobres, é inclusive, condição sine qua non para que tenhamos outra fonte de renda que não somente obras públicas que passem por nosso município. Precisaremos para sustentar os problemas de infra-estrutura da cidade no futuro (educação, água, esgoto, esporte, lazer, cultura, Lar vicentino, Santa Casa...).Para tudo isso ser bom e funcionar é preciso que tenhamos fontes de recursos e o carnaval é mais um evento pouco explorado sob a ótica do turismo.

Aliás, falando em turismo! Vivemos uma dicotomia nesta “frente” na cidade. De um lado vasto recurso para proporcionar o carnaval do Lazer; já do outro o orçamento do carnaval da Cultura: minguado! Dê um lado o responsável pelo Lazer miope que só! E com recurso gigante para abanar com suas vastas mãos.Do outro lado o trabalho maravilhoso e profissional do Instituto IHH & Fauser. ( nota: as vezes me bate curiosidade de saber o nome das pessoas que trabalham lá). Trabalham na formação de jovens que atuaram na apresentação de nosso Patrimônio Material e Imaterial a munícipes e cidadãos. Quem foi, saiu impressinado; no mínimo! Lindo trabalho apoiado pela Fundação Cultural, afim de proporcionar ao turista e aos nossos cidadãos o contato com nossa históriografia e verdadeira identidade. Pena é não perceber o interesse da classe média dominante... talvez porque seus valores sejam outros mesmo!

Paraibuna não pode optar por ser pequena em “tudo”. Já não é mais! Dá pra reverter. Tem é que Formatar, Planejar, Desenvolver e Controlar. Isso significa presença do Estado a partir de políticas públicas estruturantes.

Carnaval de Rua de Dia

Agora fortalecer o carnaval de rua não quer dizer que vale tudo. Alguém põe pagode no Rock in Rio?, Funk na Igreja?, Musica clássica no Carnaval da avenida? Não né! Então, Forró universitário no Carnaval de rua; não tem nada a ver! (sem discutir a questão técnica: mal cantado e mal tocado). Absolutamente nada contra as pessoas que gostam... mas não orna! Como diz minha Avó.: “Carnaval é carnaval, samba e seus elementos!”. Temos que tomar cuidado com essa onda de que tudo que passa ná TV; pega e é bom! Pode ser bom, mas tem que ter contexto (no mínimo), senão é papelão!

Em SLP hoje, paga-se 70 reais para entrar de carro na cidade. Pasmém! Aqui vem de busão e tráz a sacolinha!

Precisão decidir o que vocês querem? Por que fingir-se fadado a ser pequeno é coisa de gestor público mediocre.

Mas falta de identidade não é problema em uma cidade que parece “planejar” viver eternamente de arrecadação financeiras de grandes obras públicas feitas no município... inclusive, imagino o grande tempo perdido por seus “mentores” em formular mega-projetos de “capitação de obras” que queiram passar pelo município de Paraibuna. Desculpa... eu apelo as vezes!

Temos vocação para sermos pequenos ou é “só” falta de direção?

Deixando a ironia de lado... Iai Blogão bundão... Não achou nada?



“Pápápá Paraibuna, não, não para não!

Seu carnaval é nossa manifest-Ação!!!!” ((( Phill Zr.)))

sábado, 21 de janeiro de 2012

Blogão em sono profundo

O Diretor do Blogão, mandou o Redator chefe, avisar o Núcleo de produção. que agora no período eleitoral:Vai dar ferias coletiva! O Pior, o Núcleo de produção inteiro concordou. Parabéns ao Sensor! Mas para mim a culpa é do Redator. Que não usou da sua posição central para BALACEAR a questão!


“ Meu objetivo é cidadania. Esse ano não dá.”


Como assim Blogão? Política e cidadania não dá?


“Ah, vão me usa!”


Se defenda... escreva deles também. Assunto tem.


Definitivamente; não entendi?


(((Volta Blogão!)))


Nota: tenho segurança que toda equipe tenha assistido “Cidadão Kane”. Estão vacinados!




segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vou contar qual a droga mais vendida em Paraibuna!

Textículo sobre a politicagem 01 /{+}\;



Alerta aos sensíveis; Não caiam nessa!


Dei sorte e vi,...


Duas caronas, on e incomuns! On(casal)in comuns (caronas).


Não fosse tempo do pé no ouvido e do "amor" ao povo mais humilde.


De iniciativas com carga dramática, terceiro-sensibilizante, sempre!


Aos olhos destreinados dos dependentes químicos da maior droga vendida na cidade.


“A máquina!”.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Vice Prefeito de Paraibuna( Vitão) em seu dia de estagiário.

Vitão se prepara para as eleições de 2016, começou bem. Estagiando como interino no cargo de Prefeito. De cara um empalpério. No “face” fotos da piscina verde-limbo do Cate, escola de crianças especiais....

Fotos






A Vanguarda veio ele deu entrevista e o melhor, escreveu a justificativa no “face”. Perfeito, vamos a ela:

“...* Em relação ao Cate (Centro de Atendimento Terapêutico e Educacional), o local recebe constantes manutenções, afinal é uma escola. A piscina é monitora e não apresenta larvas.( termino da argumentação, daqui para baixo só propaganda, observe!) Mas é importante lembrar que está área foi COMPRADA pelo governo municipal, hoje pertence à cidade (não pagamos mais aluguel) e atende mais de 30 pessoas. O local foi escolhido devido a estrutura existente e o espaço necessário para desenvolvimento dos profissionais da educação e saúde. Ainda está sendo licitado uma grande obra para melhor atende-los (cerca de 350.000,00) prédio totalmente adaptado.

Existe, agora nesse período que estamos entrando (eleitoral), o aparecimento de oportunistas que adotam o slogam “QUANTO PIOR MELHOR”, que não conseguem enxergar as benfeitorias. E pior, chegam a invadir propriedades fechadas para poderem realizar a ‘politicagem’.
Oposição é saudável, mas com seriedade e com a verdade.
Aliás, registro os parabéns a toda a equipe de funcionários da prefeitura que nos ajudam a ter todas as contas aprovadas pelo tribunal de contas SEM NENHUMA IRREGULARIDADE APONTADA.”

Este é um fragmento da resposta dada pelo vice-prefeito Vitão, fui generoso e trascrevi todo o texto relacionado ao caso da piscina,porém, observe que somente 17 palavras são relacionadas ao objeto da discussão: piscina verde do Cate.


Início da justificativa...

“o local recebe constantes manutenções, afinal é uma escola.”

Sim, é uma escola, e por isso a piscina não poderia estar verde!Ele parece negar a veracidade das fotos. A partir do momento em que “recebe-se manutenção constante”: a piscina não fica verde estagiário!

E termina a profunda argumentação...


“A piscina é monitorada e não apresenta larvas. “

Vocês pagam uma pessoa para monitorar uma piscina abandonada? Sugerir que acreditemos que alguém monitora uma piscina visivelmente abandonada é palhaçada.Você riu muito quando escreveu esta justificativa?

Neste ponto do texto, que são só as duas primeiras frases. Ele já parte para a propaganda e ataques.

A contradição no final do texto: “ chegam a invadir propriedades fechadas para poderem realizar a ‘politicagem’. “ Calma ai! Então você reconhece a veracidade das fotos?A piscina está verde não está? Então? Mentiu?

Outra ponto que chama atenção: "Ainda está sendo licitado uma grande obra para melhor atende-los (cerca de 350.000,00)"

Observe o valor da obra na placa e o periodo de execução da obra:

Já foi? Vai ser? Outra obra? Do que você esta falando?

Saindo da mesa do Estagiário Verde Limbo!; e passando a vida real...

Acusar de politicagem um cidadão que está cobrando sobre a má gestão do patrimônio público é ridículo. Ser Prefeito é trabalhar para o povo. Ou você também tem Dono Serto?

Só para corroborar a uma tese pessoal sobre má gestão da dupla Barros e Vitão. Existe hoje em Paraibuna uma política pública de saúde direcionada a difundir a população como evitar os focos de dengue. Que é feito pelas meninas da Saúde que desfilão com elegância suas camisetas ironicamente verde-limbo com o mosquito estampado no peito.

Fechando a idéia:

Existe uma política pública de saúde "rolando" contra a dengue e a atual administração mantém um berçario de larvas.Também faz parte da politica pública deles criar os insetos da dengué? Seria para apresentar aos alunos das escolas municipais?

-“Jenios”!


Ps: O texto da justificativa pode ser lido na integra na página do estagiário Verde-limbo no Facebook. O nome dele lá é Vitão Paraibuna.


domingo, 8 de janeiro de 2012

Ancião e Neomar em: O ser já não é mais lembrado.

Dia quente, cerveja gelada, carne assando e conforme o aumento alcoólico a essência se expõem com facilidade. Na roda a rota idéia que rola, diz que se não der um “jeitinho”, não dá pra viver...ter carro do ano, tv lcd, camisa do jacarézinho, casa na praia, churrasco e Black label com red bull.

Neomar não se aguenta mas só pensa. A lógica é simples e é a do Mercado. Que definiu como valor o Ter.

Segue o boca...

As anedotas das intimidades dos “gatos” são mil e todos se gabam de já ter praticado pelo menos alguns. Neomar conclui internamente. Putz, institucionalizamos o felino.

Institucionalizado sim, porque as pessoas competem para dizer como é o seu “gatinho” e quantos já foram nessa vida de classe média. Assim como nas discuções de futebol a empolgação vai subindo.E veêm nessa exposição a necessidade da vitória. Justific(a)ções mil... “sair ganhando por ser tanto passado para tráz”

...Que conta é essa? Neomar não entendi e pensa: não existe ganhar-roubando. Uma coisa inviabiliza a outra ou a grande sacada da piada eu perdi.


Finalmente chega a corrupção na política(...)

Neomar: -Qual a segunda coisa que temos em comum com eles (os políticos)?

Ancião: - Segunda?

Neomar: -Sim, somos todos brasileiros em primeiro lugar.

Ancião: -E a segunda; qual é?

Neomar: -Somos corruptos.

Todos boquiabertos procuram no chão a saída da questão.

Desconcertante...o nariz entorta e a contra-argumentação não sai. Não vem. Não existe!

(Neomar por se conhecer, prefere ficar de boca fechada. Porque se começa. Não para enquanto não fica satisfeito)

Neomar questiona em tom afirmativo:

-E quem são os politicos, senão o extrato da nossa sociedade?

A única coisa que sai do Ancião é um: -Se não for assim não dá!

Neomar não se fecha e diz: -Assim é que não dá!

Isso ainda demora uns duzentos anos para mudar. Afirma categoricamente o Ancião, lançando o deixa disso carcterístico da senilidade.

Neomar respira com profundidade e lança com seu olhar carismático e fatal.

-Se não começar hoje. Nem daqui a duzentos!

Neomar sai da roda. E o ser já não é mais lembrado.